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Rev. Assoc. Med. Bras. (1992) ; 64(8): 692-699, Aug. 2018. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-976844

RESUMO

SUMMARY OBJECTIVES To analyse the opinions and attitudes reported by medical specialists regarding online health information and their interference in the doctor-patient relationship. Methods A cross-sectional study developed between 2016 and 2017 in Recife-Pernambuco-Brazil, which used a questionnaire in person in a population of 183 specialists from the Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira. The results were analysed through the Statistical Package for the Social Sciences. Obtained approval of the Ethics Committee under the voucher number 121004/2016. Results In the opinion of 85.2% of physicians, online health information has both positive and negative impacts on the physician-patient relationship. Faced with a questioning patient who claims to have researched information on the internet, 98.9% of the physicians said they would try to explain the reasons for their diagnosis and treatment. 59% already had a patient who modified the treatment recommended after seeing health information on the Internet. 73.8% agreed that online health information has positive effects for the general public, but 89.1% feel that most patients do not know which online health information is reliable CONCLUSION The physicians surveyed view online health information in a positive way, but realize that it is necessary to be cautious as to their repercussions on the treatment of patients. There is concern about the accuracy of online health information, and it is incumbent upon the physician and health institutions to instruct patients about the sources of quality and that they are able to understand, as its known the patients have an active voice through the guarantee of the ethical principle of autonomy.


RESUMO OBJETIVOS Analisar opiniões e atitudes relatadas por médicos especialistas diante das informações de saúde on-line e suas interferências na relação médico-paciente. Métodos Estudo transversal desenvolvido entre 2016 e 2017 em Recife, Pernambuco, Brasil, que utilizou um questionário presencialmente em uma população de 183 médicos especialistas do Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira. Os resultados foram analisados por meio do Statistical Package for the Social Sciences. Obtida aprovação do Comitê de Ética sob o número de comprovante 121004/2016. Resultados Na opinião de 85,2% dos médicos, as informações on-line sobre saúde têm tanto impacto positivo quanto negativo na relação médico-paciente. Diante de um paciente questionador, que diz ter pesquisado informações na rede, 98,9% dos médicos fazem com que o usuário entenda as razões sobre seu diagnóstico e tratamento; 59% já tiveram paciente que modificou o tratamento recomendado por ter visto informações na internet; 73,8% concordam que as informações on-line sobre saúde têm efeitos positivos para o público em geral, mas 89,1% opinam que a maioria dos pacientes não sabe quais informações sobre saúde on-line são confiáveis. CONCLUSÃO Os médicos pesquisados veem as informações on-line sobre saúde de forma positiva, mas percebem que é necessário ter cautela quanto às repercussões destas sobre o tratamento dos pacientes. Há preocupação quanto à acurácia dessas informações, cabendo ao médico e às instituições de saúde instruir os pacientes quanto às fontes de qualidade e que estejam acessíveis ao entendimento de leigos, visto que os pacientes passaram a ter voz ativa por meio da garantia do princípio ético da autonomia.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Idoso , Adulto Jovem , Relações Médico-Paciente , Internet , Informação de Saúde ao Consumidor/métodos , Serviços de Informação , Brasil , Estudos Transversais , Inquéritos e Questionários , Pessoa de Meia-Idade
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